Olhando para o teto de vidro

Bancos Centrais 2018:
Tendências & Perspectivas de Investimento

Fevereiro 2018

Visão geral

Este relatório destaca as principais áreas de prática compartilhada, tendências e correlações entre os participantes de nossa pesquisa de 2017. Em termos gerais, nossa pesquisa revela uma expansão gradual, mas definitiva das atividades de investimento e negociação por parte dos bancos centrais, indo além das fronteiras tradicionais, o que está gerando pressão sobre a infraestrutura existente e uma demanda por soluções e serviços de terceiros.

As principais descobertas mostradas abaixo indicam uma reavaliação da estratégia e das operações de investimento, além de demonstrar uma necessidade de que os bancos centrais levem em conta forças externas imprevisíveis e de rápida evolução, especialmente no âmbito da macroeconomia, dos mercados financeiros e da inovação tecnológica.

Principais descobertas

39%

dos bancos centrais que participaram da pesquisa já investem em ações

1/3

indica planos de investir em novos mercados ou classes de ativos

61%

confirmaram participação ativa nos mercados de recompra; 39% investem em depósitos a prazo

72%

confirmaram o uso de derivativos como parte de suas atividades de gestão de investimentos

44%

confirmaram o uso de acordos ISDA/CSA ao realizar transações com derivativos

1/3

realiza atividades de empréstimo de valores mobiliários no momento, com uma pequena porcentagem indicando interesse futuro em fazê-lo

1/2

está planejando upgrades de tecnologia

“Existem indícios casuais e estatísticos do aumento da sofisticação e da inovação por parte de instituições que querem e são capazes de investir além dos parâmetros já estabelecidos.”

Como todos os investidores institucionais, os bancos centrais tiveram que se adaptar a um ambiente de investimentos com rendimentos predominantemente baixos na última década. Recuperações lentas e frágeis de economias desenvolvidas e altos níveis de volatilidade do mercado e risco político mantiveram as taxas de juros e o retorno sobre investimentos em níveis baixos. Rendimentos decepcionantes das classes de ativos tradicionais levaram muitos bancos centrais a repensar suas estratégias de investimento.

Isso ocorreu de diversas formas, refletindo a diversidade de abordagens, prioridades e limitações de mandados existentes no ambiente bancário, incluindo investimentos em uma maior variedade de classes de ativos, moedas e instrumentos e o aumento do uso de gerentes externos. As táticas escolhidas podem ser diferentes, mas a tendência geral é clara: inovação em busca de rendimento.

Os mandados de investimento da maioria dos bancos centrais – bem como suas funções e responsabilidades gerais – fazem com que eles sejam relativamente cautelosos ao explorar novas oportunidades de investimento. Entretanto, existem indícios casuais e estatísticos do aumento da sofisticação e da inovação por parte de instituições que querem e são capazes de investir além dos parâmetros já estabelecidos.

Há várias instituições olhando para muito além do foco tradicional dos bancos centrais (dívidas públicas do G-10 denominadas em moeda), com muitas delas considerando uma série de ativos alternativos.

Outros tópicos cobertos neste relatório incluem:


• Empréstimo de valores mobiliários: aumento do interesse, promovido por QE, gera oportunidades de receita
• Mercado de recompra: reavaliação de operações em um ambiente dinâmico
• Modelo operacional: a crescente relevância de serviços de terceiros
• Controle de riscos: derivativos e garantias gerenciados internamente... por enquanto
• Gestão de dados: rumo a um novo paradigma
• Prioridades do futuro: planejamento de contingências operacionais e flexibilidade estratégica

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